Olhar Social
A PROBLEMÁTICA DO TRABALHO INFANTIL
Meus caros leitores, minhas caras leitoras, como eu escrevi anteriormente estou retornando ao mundo da blogosfera e voltando à escrever no blog e o olhar social desta vez vem trazendo um tema que parece ser de difícil solução e da falta de interesse do poder público, bem como das iniciativas e um projeto que conheci recentemente que tenta pelo menos amenizar o problema, estou falando do trabalho infantil.
Sabemos que a formação sócio histórica do Brasil é marcada pela alta concentração de renda e pelas desigualdades sociais, a formação capitalista do país se deu de forma bastante atrasada em relação às grandes potências, é o que chamamos de Capitalismo Selvagem ou Capitalismo Periférico.
Há um ano praticamente a cidade de João Câmara foi destaque em rede nacional nos programas Profissão Repórter e Globo Repórter cuja a temática girou exatamente em torno da exploração do trabalho infantil em que mostrava crianças que trabalham no beneficiamento da castanhas na comunidade do Amarelão Zona Rural do município.
Em resumo, o trabalho infantil é uma chaga presente na sociedade brasileira, aqui em Ceará-Mirim, por exemplo, ainda existem crianças que fazem frete em carros de mãos principalmente nos sábados que é dia de Feira Livre no município e esse é um dos trabalhos do PETI no município com objetivo de tirá-las desta situação além dos trabalhos de conscientização realizados pela Secretaria Municipal de Assistência Social de que lugar de criança é na escola, porém a sociedade ainda explora, pois ainda reproduz uma ideia de que criança "é melhor trabalhando do que roubando" sabemos que isso tem relação com o modo de produção capitalista e da falta de oportunidades, desemprego condição de pobreza e investimentos em Políticas Públicas voltadas para as criança e adolescentes, além da falta de geração de emprego e renda.
Pois bem continuando com a reflexão em sua segunda parte estive à alguns dias atrás na Visita Pastoral ao 7º Zonal em João Câmara no sábado foi o dia com a juventude e a Ir. Terezinha Galli da Congregação do Imaculado Coração de Maria apresentou a Orquestra Sinfônica do Amarelão formada por 25 jovens entre 13 e 19 anos que se contrapõe a imagem estigmatizada da realidade semiárida que é sempre ligada à carência, à seca e à falta de oportunidades.
São iniciativas como essa que ajudam à amenizar a dura realidade do trabalho infantil, mas esse problema só chegará ao fim quando o poder público realmente se interessar de verdade e investir mais em educação, lazer, prática de esportes e de geração de emprego em renda e mais empenho nas políticas voltadas à criança e ao adolescente além de mais projetos como esse.
São iniciativas como essa que ajudam à amenizar a dura realidade do trabalho infantil, mas esse problema só chegará ao fim quando o poder público realmente se interessar de verdade e investir mais em educação, lazer, prática de esportes e de geração de emprego em renda e mais empenho nas políticas voltadas à criança e ao adolescente além de mais projetos como esse.
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